O que a violência nos ensina

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Fonte da imagem : Blog Orelhas de Vidro

A educação com violência,  baseada  na imposição do medo, na dor, na punição, na insegurança, na raiva, no descontrole e no imediatismo, se perpetuou de geração em geração por muitos anos. Infelizmente, a violência contra criança, ainda hoje, é algo socialmente aceito. Acontece que os tempos mudaram, as crianças mudaram, logo, também precisamos mudar o nosso olhar sobre a educação que oferecemos à elas!

Posso dizer que tive uma infância feliz, diferente de muitas crianças. Brinquei bastante, tive o amor e o carinho de meus pais, liberdade para explorar e ter experiência ricas. No entanto, também fui vítima da violência reproduzida através dos meus pais. Não estou aqui para julgar o que os levou a usar este recurso, sei que eles tiveram seus motivos e suas limitações, assim como eu tenho as minhas. Todos temos os nossos desafios pessoais, e cabe a nós respeitá-los.

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Fonte da imagem: Google

A maternidade me trouxe um olhar mais íntimo para esta questão e tornou mais fácil a compreensão de que meus pais também foram vítimas dessa violência, provavelmente muito mais do que eu, e que esta era a forma de educar que eles aprenderam. Vivemos numa sociedade onde a violência é aceita e normatizada.

Apesar dos meus pais terem utilizado algum tipo de violência (mais emocional e psicológica do que física) na minha criação, eles foram responsáveis pela quebra de muitos paradigmas dentro da minha família, e isso também se refletiu na educação que deram para mim e meus irmãos. Sim, eles foram revolucionários em vários sentidos e devo a eles muito do que sou (que continuo sendo, me conhecendo e me recriando), mas isso não apaga os erros que cometeram. O fato é que quem sofre a violência jamais esquece.

Durante muito tempo acreditei que era merecedora daqueles cascudos, gritos e palavras ofensivas, como se fosse saudável pra qualquer ser humano se considerar merecedor de violência e humilhação. Hoje consigo enxergar além, e entendo claramente que nenhuma criança é merecedora de qualquer tipo de violência. A cada dia fica mais evidente para mim a falta de respeito com que os adultos tratam a crianças, sendo a violência e o autoritarismo a forma cruel de desrespeito. A necessidade do adulto em mostrar quem é que está no controle e a falta de argumentos (entre outras coisas) para sustentar este “status” leva ao uso da prática da violência como forma afirmar seu “poder”. Porque sim, bater, gritar, ameaçar é mais fácil e “cala a boca” de forma imediata. É a relação do oprimido e do opressor que se reproduz dentro da nossa própria casa.

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Fonte da imagem: Google

Quem nunca ouviu: “Eu é quem mando aqui e você obedece!” ou “Vai fazer porque eu estou mandando!” ou ” Cala a boca e obedece!” ou “Porque NÃO!!” ou ” Faz o que eu estou mandando e não enche a paciência!” ou “Quem manda aqui sou eu” ou “Não faça isso senão você vai apanhar!”, e por aí vai…

Por acaso você fala assim com algum adulto, sem levar uma resposta à altura ou até mesmo uma agressão física?

Se não devemos humilhar, agredir e desrespeitar as pessoas na rua, no trabalho, na escola porque ainda permitimos que algumas crianças sofram esse tipo de tratamento dentro da sua própria casa, por aqueles que deveriam estar praticando formas positivas de educar baseadas no amor e na confiança?

Afinal, o que a violência nos ensina?

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Fonte da imagem: Google

Considero abusiva a prática de bater, além de saber da ineficácia deste ato desrespeitoso e violento. Acontece que violência não tem relação com limites. Existem outras formas de impor limites e violência não é uma delas. Violência não impõe limite, impõe medo. Tenho consciência de que a violência além de física, pode ser emocional ou psicológica e fica registrada no inconsciente da criança.  Pois essa violência ficou registrada em mim, e a maternidade trouxe à tona esta marca que estava guardada lá no meu inconsciente.

O primeiro sinal que tive da existência dessa violência (em mim) e das minhas formas limitadas de educar, foi num episódio em que eu amamentava minha filha e ela mordeu meu seio. Meu  impulso foi gritar e repreendê-la pelo ato que me causou aquela dor. Aquele grito doeu em mim, em algum lugar bem profundo. Ela era um bebê que nunca tinha presenciado uma agressão. Sua reação foi imediata, chorou como se eu tivesse violentado-a fisicamente. Para mim foi o fim! Me senti a pior das criaturas desse universo! A perda de controle me gerou sentimentos de frustração, incapacidade e repulsa de mim mesmo.

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Fonte da imagem: Google

Tenho descoberto todos os dias que educar de forma positiva e consciente exige sair da nossa zona de conforto revisitando os lugares mais abandonados do nosso campo emocional e revendo nossas atitudes automáticas, nossos impulsos inconscientes, pequenos e quase cruéis. É um processo de autoconhecimento que nem sempre é fácil.  São lugares que ficam tão distantes daquilo que gostaríamos de ser, e que seria mais fácil fingir (pra nós mesmas) que ele nem existe.

Penso que educar é buscar vínculos, muito mais que do que simplesmente obedecer, calar, seguir regras. Mas como ensinar aquilo que ainda nem sei?? Esses são alguns dos desafios da maternidade. Os filhos são nossos espelhos e nos mostram o caminho que devemos seguir. Precisamos apenas estar atentas e disponíveis, para aproveitar cada oportunidade que a vida nos dá buscando novos caminhos para evoluir. CAM01448

Para quem, assim como eu, está disposta a percorrer este longo, lindo  e árduo caminho na busca por uma transformação pessoal, indico a leitura do livro “Educar sem violência” da Lígia Moreiras Sena e Andréia C.K. Mortensen, que você pode comprar na loja virtual do blog Cientista que Virou Mãe, da autora.

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Fonte da imagem: Blog Cientista Que Virou Mãe

 “A educação amorosa é um grande passo para darmos mais sentido a nossas vidas: tanto pelo seu valor intrínseco para nossos filhos como indivíduos e para o convívio familiar, quanto pelo que ela pode contribuir para a sustentabilidade planetária e para a justiça social – as grandes questões da nossa geração.”

1º Encontro da Maternagem Consciente

Mulheres, mães, pais, cuidadores e todos que se interessarem, aqui vai uma dica de um evento super legal que acontecerá durante os dias 17 e 23 de março.

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“Este Encontro destaca-se por ser o primeiro a encarar a relação com a criança prezando o afeto e o vínculo, saindo do senso comum e propondo discutir temas quase polêmicos ou desconhecidos para a maioria da população.

Abordaremos assuntos que saem do eixo tradicional do público de gestantes e mães, convidando todos a uma grande reflexão sobre um mundo de possibilidades (ou a ausência delas). Um mundo que criamos para os nossos filhos e o poder de mudança que essa criança poderá ter no futuro, como agente transformador da nossa sociedade.

Acreditamos que um novo mundo está nascendo, com renovação de valores e a intenção real de construção de um lugar mais justo e mais sustentável para se viver. Como cuidar e acolher essas novas crianças, que mais sensíveis e conscientes, serão responsáveis por promover toda essa transformação na mentalidade ainda dominante e questionar os padrões vigentes?”

Eu já me inscrevi.
É online e gratuito!
Corra lá e se inscreva-se! 😉

 

MAIS EMPATIA POR FAVOR! – sobre a campanha contra o aborto

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Na semana que antecedeu o carnaval uma campanha no facebook desafiava as mulheres a postarem fotos de si mesmas grávidas afirmando serem contra a legalização do aborto.

Fiquei assustada com o número de mulheres apoiando a criminalização do aborto, porém não me surpreendi. Afinal, vivemos numa sociedade machista onde os valores morais baseiam-se numa forma opressora de pensar e de ver o mundo. Acredito que todas nós, mulheres, ganharíamos muito mais se concentrássemos nossas forças não na luta de umas contra as outras, e sim na união, na empatia, na aceitação da história de vida, nas escolhas e decisões de cada UMA.

Quando vejo mulheres que reproduzem o machismo, percebo o quanto estamos desunidas e perdendo a força. Apesar de muitas mulheres terem idéias, falas e atitudes machistas, isso não as torna opressoras, nem tira sua qualidade de vítima; apenas faz delas pessoas menos conscientes da opressão que sofrem – o que não as isenta da responsabilidade de seus atos e palavras.

Li alguns depoimentos, textos lindos, verdadeiros relatos de amor ao filho que está por vir e à outros que já nasceram. Mas o que observei foram apenas exposições de experiências, opiniões e crenças pessoais que nada tem a ver com a questão levantada – LEGALIZAÇÃO DO ABORTO. Trata-se de uma questão muito complexa, que envolve a vida de mulheres e crianças, para ser baseada em opiniões e crenças pessoais. Não podemos usar nossos parâmetros pessoais para decidir sobre a vida e o corpo do outro simplesmente porque não faríamos ou não concordamos. Não se trata de uma pesquisa de opinião! É necessário que a gente consiga estender o olhar para além do nosso lindo umbigo! Entenda: ser a favor da legalização do aborto não significa que você seja obrigada a praticar o ato! Você tem o direito de não fazer!

Se você, baseado no seu estilo de vida, na sua educação, nas suas crenças pessoais, na sua realidade atual, etc, não concorda com o aborto ou não praticaria, ótimo! Simplesmente NÃO FAÇA! Você tem escolha! Você tem esse direito garantido por lei! Olha que bacana!

Mas se você, também baseado em suas crenças, história de vida, etc, optar por fazer um aborto… Você estará cometendo um crime passível de pena e abominado por grande parte da população brasileira, inclusive por muitas mulheres! Sim, elas (suas amigas, irmãs, colegas de trabalho, tias, avós, etc) também te julgarão! Você não tem escolha! Pode ser presa, correrá risco de vida e ainda poderá ser “apedrejada” (entenda: julgada) por suas semelhantes! Então se esconda, fuja, corra, silencie, sofra calada… :/

Quanta opressão!

Será que precisa ser assim? Será esta uma medida justa?

Que tal deixarmos de lado, por um momento, nosso julgamento e nos colocarmos na posição da outra pessoa tentando olhar pela perspectiva dela o que se passa em sua vida, nos despindo, naquele momento, das nossas próprias crenças, da nossa forma de ver o mundo, e adotando as dela?

Sabe qual o nome disso? EMPATIA!

Sentir dor pela dor do outro, alegria pela alegria do outro, tristeza pela tristeza do outro, é o que nos torna humanos! No mundo moderno a prática da humanidade tem se tornado algo da qual precisamos tentar nos lembrar constantemente e, em alguns casos é até considerada uma verdadeira ofensa! Infelizmente, vivemos num mundo que precisa de humanização e onde cada vez mais se perde empatia.

A empatia inclui aceitar que qualquer pessoa pode ser e pensar diferente. Cabe a cada um de nós trabalharmos a nossa moral – ou não.

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Acredito que a legalização seria uma forma de estabelecer limites e abrir diálogo para uma situação que já existe, queira você ou não, goste você ou não. A criminalização do aborto nunca impediu que o ato em si ocorresse, apenas que acontecesse de forma clandestina e perigosa.

Estima-se que uma em cada cinco mulheres já tenham feito pelo menos um aborto.

Mulheres solteiras abortam. Mulheres casadas abortam. Mulheres com filhos abortam. Mulheres sem filhos abortam. Mulheres religiosas abortam. Mulheres com grana abortam. Mulheres sem grana abortam. Mulheres saudáveis abortam. Mulheres doentes abortam.

Enfim, MULHERES ABORTAM independente do seu estado civil, classe social, crença religiosa, etc.

Apenas aceitemos este FATO.

A criminalização do aborto não vai mudar a triste realidade dessas mulheres abortam e se submetem às mais variadas formas de violência colocando sua própria vida em risco por motivos que não nos cabe julgar.

Certamente no círculo de mulheres que você convive alguma delas, ou várias, já praticaram o aborto. Provavelmente você ama alguma mulher que já praticou um aborto. Olhe à sua volta! Neste momento essas mulheres podem estar sofrendo muito com as suas palavras e você jamais saberá disso. Isso não é suficiente para que você reconsidere seu julgamento?

A falta de diálogo e esse silêncio sobre um assunto tão urgente na nossa sociedade me fazem enxergar o pior aspecto da criminalização do aborto. É como se as pessoas quisessem esquecer a existência de um ato que vai contra os valores morais de cada um e, que precisa ser tratado com mais respeito. Não só porque existem mulheres que sofrem sozinhas e caladas enquanto precisam de apoio, mas porque esse diálogo facilitaria a compreensão da escolha do outro (EMPATIA) e o respeito ao direito da mulher em relação ao seu próprio corpo.

Por isso eu convido-o (a) a repensar a questão do aborto com mais EMPATIA e menos julgamento. 😉

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As dores do parto

Fonte

Quando me perguntam sobre o meu parto, e respondo que foi natural e domiciliar, muitos fazem aquele clássico comentário: “corajosa, heim!”.

E eu me pergunto: corajosa por que??

Não acho que fui corajosa por parir, pois entendo que coragem é o enfrentamento de algo que temos medo. Nunca tive medo de parir e nem da dor. Graças à minha criação sempre enxerguei o parto como algo natural, algo que nosso corpo foi preparado para vivenciar.

Muitas pessoas confundem dor com sofrimento, apesar de serem coisas bem  distintas. A dor do parto é necessária, o sofrimento não.

Parir dói, sim! E como dói!! Mas é uma dor suportável, afinal, nosso corpo foi preparado para passar por isso. E apesar da dor que eu senti, não consigo me lembrar dela. Não me marcou, não foi inesquecível.

Inesquecível foi a emoção e o amor que senti ao ter minha filha pela primeira vez em meus braços, olhar em seus olhos, sentir o seu calor e seu cheiro! Lembro do cheirinho dela até hoje! Isso sim me marcou! Isso sim foi inesquecível!

A dor passa, o amor não!

Se fui corajosa não foi por parir, e sim por sair da minha zona de conforto e enfrentar a batalha que é, nos dias de hoje, ter um parto digno e respeitoso dentro do nosso sistema.

Para parir basta ter confiança e empoderamento. E para ter confiança basta buscar informações e conhecimento. O emponderamento acontece quando a mulher acredita na sua força e poder.

Laura Gutman escreveu um lindo texto sobre as dores do parto e sobre a função dessa dor na hora do parto.

Leiam com carinho!

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Fonte

As dores do parto 

A dor – tão desprestigiada nos tempos modernos – é necessária ao recolhimento. A dor permite que nos desliguemos do mundo pensante, percamos o controle e esqueçamos condutas corretas. A dor é nossa amiga. Para entrar no túnel do desprendimento do bebê, é indispensável abandonar mentalmente o mundo concreto. Parir é passar de um a estágio a outro. É uma ruptura espiritual. E, como qualquer ruptura, dói. O parto não é uma doença a ser curada. É uma passagem para outra dimensão. Por mais que não gostemos da palavra “dor”, é pertinente dizer que a dor do parto é suportável, desde que este não seja induzido, não seja ministrado ocitocina sintética para acelerar as contrações e estejamos sendo acompanhadas e cuidadas.

No entanto, não é possível suportar o sofrimento. É importante esclarecer que as mulheres não sofrem por causa das contrações. Sofrem quando ficam sozinhas, humilhadas, maltratadas, ameaçadas ou atemorizadas. E ninguém merece passar por isso.

Se soubéssemos que o parto não é somente um ato físico que começa com as contrações uterinas e termina com o nascimento do bebê e o desprendimento da placenta, mas que é sobretudo uma experiência mística, pensaríamos nele de outra maneira. Como fato sexual, temos o direito de vivê-lo na intimidade, com profundo respeito, em consonância com a nossa história, as nossas necessidades e os nossos desejos pessoais. “Intimidade” significa estar conectada com o nosso ser profundo, sem avaliações externas do que é “bom” ou “mal”. Cada parto deveria ser diferente e único. O parto deveria ser nosso.

No entanto, isso só é possível quando alguém nos ampara. Quando contamos com um acompanhamento amoroso por parte dos profissionais ou de seres queridos dispostos a cuidar de nós e estar à nossa disposição. Por isso, é imprescindível escolher a melhor companhia para esta viagem. Não nos conformemos com o que “todo mundo escolhe”, com os médicos da moda ou famosos. Pelo contrário, precisamos avaliar quem está disposto a cuidar da gente envolvendo-se generosamente, não se importa se forem assistentes ou acompanhantes afetivos.

Trecho extraído do Livro “Mulheres visíveis, mãe invisíveis” de Laura Gutman

Sobre a proteção solar e a vitamina D

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O sol está brilhando e o calor está de deixar qualquer um com vontade de largar tudo, correr para uma praia paradisíaca e ficar de pernas pro ar na beira do mar tomando água de coco e curtindo aquela imensidão azul… Imaginou a cena?? Pois é, então agora pode acordar porque o sol tá quente e não tá fácil pra ninguém aguentar esse calorão!rs

Por sorte, moramos a 40 minutos da praia e temos uma piscina à disposição. Então não preciso nem dizer quem é  que está se esbaldando nesse verão, né! Luna Maria está aproveitando a estação do sol da melhor forma: mar, piscina, água fresca!

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E foi justamente nesta estação em que o sol brilha e nos ilumina todos os dias que me veio a questão: PROTEÇÃO SOLAR.

Quando ela é necessária?? Sempre??

Filtro solar, quais os tipos, como eles agem??

Roupa com proteção solar?? O que é isso??

Hoje em dia existe quase que uma demonização da luz solar natural. As pessoas saem de casa munidas de chapéu, sombrinha, filtro solar, etc. Tudo para garantir a proteção máxima contra os temidos raios solares. Algumas pessoas não saem de casa sem filtro solar (pasmem, ou não!).

Agora pára e pensa: se a pessoa já sai de casa protegida contra o temido sol, passa o dia inteiro dentro de um lugar fechado protegido da luz solar natural e volta para casa no fim do dia quando o sol se põe, que horas que ela vai  tomar um “cadim” de sol??

Muito se fala sobre os males que a luz solar pode causar e pouco se fala sobre os benefícios dela.

Veja abaixo alguns do benefícios da luz do nosso “astro rei” para a sua saúde:

  • Essencial na produção de vitamina D. A exposição solar aumenta a produção de vitamina D, regulando o sistema imunológico, aumentando a absorção de cálcio, permitindo ossos mais fortes, prevenindo a osteoporose, o raquitismo, e até pedras nos rins, diabetes e obesidade.
  • Combate a depressão. Tomar sol faz com que o cérebro produza serotonina e endorfinas, melhorando o humor e ajudando a combater a depressão.
  • Combate a insônia. O Sol também contribui na produção de melatonina, hormônio que proporciona melhor  qualidade do sono e que também ajuda na prevenção de doenças mentais como depressão e  outros transtornos do humor.
  • Pele mais limpa. As irritações de pele como acne, eczema, erupções e pé de atleta podem ficar curadas com exposição solar.
  • Equilibra os hormônios. O sol ajuda a regular a produção de hormônios. Tomar sol ajuda a diminuir os sintomas pré-menstruais ou da menopausa. O sol também estimula a glândula pineal do cérebro, regulando as suas secreções, permitindo mais criatividade, mais atenção, melhor discernimento e melhor disposição.
  • Diminui a quantidade de toxinas. Os banhos de sol potenciam as funções do fígado, ajudando a eliminação de resíduos e toxinas que podem provocar doenças e câncer.
  • Melhora a circulação.
  • Melhora a pressão arterial e abaixa o colesterol.
  • Diminui dores nas articulações (reumatismo).
  • Previne o alguns tipos de câncer. 
  • Tratamento e prevenção de infecções.

Bom, sabendo dos benefícios da luz do sol, vamos às dicas para aproveitar esse presente da natureza que nos ilumina todos os dias!

Quanto tempo e quais os melhores horários para exposição solar a fim de garantir os benefícios do nosso “astro rei”?

Isso pode variar de pele para pele. Use sempre o bom censo, minha gente. A melanina absorve os raios ultravioletas do sol e a quantidade de melanina na pele determina a sua cor. As pessoas de pele mais clara tem menos melanina e precisam ter mais cuidado com duração da exposição ao sol.
Não vai ficar torrando no sol sem nenhuma proteção nos horários de maior intensidade dos raios solares (de 11 às 15 horas)!! A exposição ao sol deve sempre ser gradual iniciando de 10 a 30 minutos, de 3 a 4 vezes por semana, dependendo do tipo de pele.

Lembrando que os bebês e crianças, especialmente, devem evitar banhos de sol entre 11 e 15 horas quando os raios solares atuam com mais intensidade!

Sobre os filtros solares

Pergunte à alguém sobre o uso de filtro solar e provavelmente você receberá uma repreensão e será taxada de desinformada, desatualizada, hippie, entre outros. Como assim você não usa filtro solar todos os dias???

Pois é, não uso todos os dias, somente quando vou à praia e sei que ficarei exposta por algumas horas.

A verdade é que eu nunca tinha parado para pensar na quantidade de química que tinha nos filtros solares até… Eu me tornar mãe!

Antes eu simplesmente passava o produto sem pensar, porque alguém (médico, família, amigos, etc) falou que se eu não passasse poderia ter câncer de pele. Ok! Eu passo então!

Quando me deparei com esse verão, esse sol de lascar e a pele delicada da minha filhota, pensei logo no “supermegaindicado” filtro solar!! Porque não?? Fui na seção de bebês da farmácia e comprei logo o mais caro e com maior fator de proteção.

Só que eu fiquei com a pulga atrás da orelha com relação ao filtro solar. Porquê isso??? Eu sempre usei e nunca tive nenhum problema! É que depois que nos tornamos mãe, a gente fica meio esquisita mesmo… rsrsrs

Então a ficha começou a cair, eu comecei a questionar como funcionava o filtro solar, quais as substâncias que ele continha, etc, etc, etc. Fui para o oráculo (google) pesquisar e bingo!

Descobri que a maior parte dos filtros solares convencionais vendidos no mercado são absorvidos pela pele e contêm substâncias cancerígenas, como os parabenos, fragrâncias, álcool, solventes fortes e óleos derivados do petróleo.(http://www.naturalnews.com/023317_skin_chemicals_products.html).  A maioria dos protetores solares, quando aplicados conforme as instruções, são realmente banhos químicos tóxicos que sobrecarregam fortemente o seu fígado e que podem lhe causar câncer. Sempre leia os ingredientes de qualquer protetor solar antes de usar.

Triste descoberta! :/

Mas foi legal porque eu descobri que existe os filtros solares físicos que atuam de forma diferente dos filtros solares químicos convencionais. Os filtros solares físicos não são absorvidos pela pele e agem como uma barreira de proteção refletindo os raios UV. São indicados especialmente para bebês, crianças, pessoas alérgicas e grávidas.

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Como funcionam os filtros solares
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Alguns filtros solares físicos disponíveis no mercado.

Existem opções de filtros solares veganos contendo menos aditivos químicos prejudiciais, no entanto, são difíceis de encontrar no mercado nacional.

Outra forma de proteção que descobri foram as roupas feitas com tecido especial com fotoproteção! Elas parecem aquelas roupas de surfista, uma graça!! Comprei um kit para Luna Maria que vem com a blusa, o short e um boné que protege o pescoço feito do mesmo tecido. Achei essa uma ótima opção para evitar o uso de produtos químicos nas crianças, além de ficar um charme!

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Um fator importante sobre protetores solares é que a produção de vitamina D depende dos raios UVB que interagem com o colesterol em nossa pele e iniciam o processo de produção dessa vitamina a partir dos rins e fígado. Logo, todo este processo não ocorre sem a incidência de luz solar direta sobre a nossa pele!!

Desta forma, o uso de protetores solares impede a produção de vitamina D. Outra informação importante sobre a produção de vitamina D é que ela demora algumas horas para ser absorvida pelo nosso organismo. Assim, deve-se evitar o uso de sabonetes nas partes do corpo que foram expostas ao sol (mãos, braços, pernas e rosto) durante algum tempo.

Para saber mais: http://vitaminadbrasil.org/protetores-solares/

Então anota aí:

– Utilize produtos de proteção solar com parcimônia (quando necessário), leia sempre os rótulos e escolha àqueles sem fragrância e que contenham menos produtos químicos nocivos (pesquise!).

– Use roupas, chapéu, óculos, guarda-sol para ajudar a se proteger do sol em caso de exposição prolongada.

– Beba bastante água e sucos de frutas frescas diariamente e coma vegetais carregados de nutrientes vivos. Para construir um bronzeado saudável, inclua o consumo de superalimentos e antioxidantes na sua dieta.

– Exponha-se à luz solar pelo tempo de criar um bronzeado saudável e que você não precise de nenhuma proteção solar. Evite se expor ao sol por tempo prolongado e nos horários em que a luz solar esteja mais intensa. Lembre-se: o excesso é sempre uma forma de desequilíbrio.

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Que tenhamos todos a sabedoria para usufruir de maneira equilibrada tudo aquilo que a natureza tem a nos oferecer!

Namastê!

Analfabetos Corporais

Olá pessoal!

Saudades de escrever por aqui!!

Passei para dar notícias e dizer que logo voltarei a postar mais textos por aqui.

É que “el maridón” está empenhado nos estudos e dominou o computador aqui em casa. O meu acesso está super restrito e com os minutos contados!rs Além disso, a cria tem solicitado muito minha atenção. E aí não tem como discutir, né! Mamãe baba muito!!rsrs

Hoje li um post que traz uma reflexão muito interessante acerca da criação dessa nova geração de crianças e quero compartilhar com vocês!

Segue abaixo o texto escrito pela querida Kalu. Boa leitura!!

Analfabetos Corporais

As crianças aprendem cada vez mais cedo a escrever e são verdadeiros analfabetos corporais. Vejo cada dia mais crianças que são PHD em jogos digitais e não sabem usar seus corpos. A vida moderna, a insegurança fez com que as crianças tivessem pouca oportunidade de experimentar o corpo. Elas não sobem em árvore, não pulam corda, não andam de bicicleta.

Algumas vezes fazem atividade extra curriculares mas na massa real da vida estão sentadas, no carro. Caminham pouco, nunca andam descalças. Tem dificuldade com bola, com equilíbrio.

E não por acaso são fechadas. Preferem falar por meio de palavras e telas do que olhando nos olhos. Não gostam de toques ou beijos.

O analfabetismo corporal começa com a cesárea eletiva. Essa criança não fez nenhum esforço para nascer. Seu corpo não foi abraçado pelo canal vaginal da mãe. O líquido de seus pulmões foram sugados por uma sonda. Ela não expeliu naturalmente.

A grande maioria não mama no peito e deixa de fazer o esforço da sucção. A comida abundante, adocicada sai fácil. Depois não mastigam porque as papinhas são assim, empapadas.

Não engatinham mas logo cedo aprendem a apertar botões e manejar celulares. Não tem gatos de verdade mas falam com gatinho do celular. Ai ela adora, dizem as mães orgulhosas.

A criança que tem domínio do corpo consegue explorar melhor o mundo. Tem mais criatividade, ousadia. A educação do corpo fortalece também o caráter da criança, pois desenvolve a sua força de vontade, criando nela qualidades como a disposição para enfrentar dificuldades e a perseverança. Segundo Rudolf Steiner, na primeira infância, a individualidade espiritual da criança está trabalhando intensamente por meio de seu corpo através do brincar. Somente no brincar esta individualidade é visível. Brincar é um processo natural, indispensável para a saúde psíquica e emocional da criança. Do Engatinhar ao Escrever, o corpo pontua os caminhos psicomotres que a criança percorre desde o momento em que rola de um lado para o outro, rasteja, engatinha, senta, se equilibra, fica em pé, locomove-se e torna-se apta a explorar o mundo ao seu redor por meio da brincadeira, até conquistar a primeira escrita de letras, considerando todas as conquistas complexas que a levaram a esse sistema simbólico de comunicação humana. Andar e falar são conquistas fundamentais no seu relacionamento com o cosmo e com os outros seres humanos.

Claro que existe o biotipo, mas a criança saudável é a que traz no corpo as marcas da vivência do brincar livre, externo, no mundo.
E seu filho é um analfabeto corporal?

Autor: Kalu Brum

Aqui em casa é assim, ó!!

Yoga & Amamentação
Yoga & Amamentação

Até breve!!

NAMASTÊ.

Guia de lojas para compra de Fraldas de Pano Moderna

Fonte: Google
Fonte: Google

Quando decidi utilizar as fraldas de pano modernas me senti um pouco perdida, sem saber por onde começar e onde encontrar os produtos. Muitas vezes queremos iniciar nossa experiência com as fraldas de pano mas não sabemos qual caminho seguir, né?

Primeiramente recomendo ler um pouco sobre o assunto. Aqui, compartilho um pouco da minha experiência com as fraldas de pano e dou algumas dicas legais para quem pretende fazer uso delas. O que são, quais os tipos, marcas, modelos e como utilizar as fraldas de pano você encontra aqui ó, aqui, e aqui. E ainda, aqui e aqui, você encontra motivos de sobra para aderir ao consumo ecológico e sustentável das fraldas de pano.

Pronto!

Após uma breve introdução sobre o assunto e, caso você decida que realmente é isso que quer e que as fraldas de pano são tudo de “baum”, é hora de partir para a prática. Então, onde comprar? Eis a questão!!

Aqui você encontra a resposta!

Neste post listo algumas lojas virtuais que fabricam e revendem fraldas de pano. A intenção da criação deste guia é facilitar o acesso às lojas virtuais e o contato com revendedoras e fabricantes de fraldas de pano. É só clicar nos links e conhecer as lojas! Caso vocês conheçam ou sejam fabricantes ou revendedores de fraldas de pano deixe os dados da loja nos comentários que eu atualizarei a lista!

Espero que este guia seja útil para vocês! 😉


Fabricantes e revendedoras de Fraldas de Pano!

Procure por sua Região!


REGIÃO SUDESTE

CATAVENTO Fraldas de Pano – Cruzeiro, Vale do Paraíba e Vale Histórico/SP

Revende: Chiquita Bakana e Alva Baby

Barriga de Pano – São Paulo/SP

Fabricante de Fraldas de Pano

Email: contato@barrigadepano.com.br

Bebê Meleca – São Paulo/SP

Revende: Chiquita Bakana, Nós e o Davi, Baby Bio e Ninho da Coruja

Email: contato@bebemeleca.com.br

Morada da Floresta – São Paulo/SP

Fabricante de Fraldas de Pano

Email: loja@moradadafloresta.org.br

Telefone: (11) 2503 0036

MáMí Fraldas de Pano Moderna – São Paulo/SP (ZS e ZO a pronta entrega)

Revende: Babyland

Sarababy – São Paulo/SP

Fabricante de Fralda de Pano

Ninho da Coruja – São Paulo

Fabricante de Fralda de Pano

Fralda de Pano Passarinha –  Santos/SP

Revende: Coolababy, Babyland, Ananbaby, Chiquita Bakana e Absorventes

Telefone: (13)99131-2898

TOM DE LÁ – São José dos Campos/SP

Revende: Chiquita Bakana

Email: espacotomdela@gmail.com

Telefone: (12) 8243-7528

Origami Mommy – São Paulo

Revende: Fraldas de Pano Sunbaby Diapers, Absorventes  Menstruais Reutilizáveis.

E-mail: oioirigami@gmail.com

Telefone: (12) 9793-3114

Chiquita Bakana – Rio de Janeiro/RJ

Fabricante de fraldas de Pano

Email: contato@chiquitabakana

Ecco, mama! – Rio de Janeiro/RJ

Revende: Efral, Fio da Terra, Bebês ecológicos, Fralda Bonita, Barriga de Pano, Chumbinho, Ninho da Coruja, Chiquita Bakana.

Email: contato@eccomama.com.br

Telefone: (21) 8779-3886

Espaço Mamífera – Rio de Janeiro/RJ

Revende: Efral, Mamãe Natureza, Fralda Madrinha, Chiquita Bakana, Fralda Bonita, ImseVimse, Chumbinho, Cremer.

Email: renata@espacomamifera.com.br

Telefone: (21) 81351139 / 22326569

Revendedoras Espaço Mamífera:

Liana Queiroz/Fortaleza – CE – (85) 8728-3585 – lianarq@yahoo.com.br

Bruna Rafaela/ Rio de Janeiro – RJ – veigabr@hotmail.com

Mamãe Kanguru – Rio de Janeiro

Fabricação Própria

Telefones: (21)3287 3386/82663056

Bumbum Bonito  – Itaboraí/RJ

Revende: Oyko Kids

Email: pamelamattos@live.com

Telefone: (21) 7934-9575

Laranja Lima – Belo Horizonte/MG

Fabricante de Fralda de Pano

E-mail: laranjalimaecia@gmail.com


REGIÃO SUL

Baby BioCuritiba/PR

Revende: Baby Bio, Bebês Ecológicos e Fio da Terra

Email: babybiodayane@gmail.com

Bebê Chick – Curitiba/PR

Revende: Coolababy, Babyland, BabyG, Toque da natureza, Anafaz

Email: hary@bebêchick.com.br

Bolinha de Sabão – Curitiba/PR

Revende: Oyko kids, Bumbum de Pano, Ninho da Coruja, Efral, Florada, Papuda e Nós e o Davi.

Email: ana@bolinhadesabao.com.br / renata@bolinhadesabao.com.br

Telefone: (45) 9957-7775 / (41) 9901-9838

Pacha Mama – Florianópolis/SC

Revende: fraldinha gDiapers e suportes

Email: vanessatrettel@hotmail.com

Telefone: (48) 3238.6262

Nós e o Davi – Florianópolis/SC

Fabricante de Fraldas de Pano

Fralda Madrinha – Florianópolis/SC

Fabricante de Fraldas de Pano

Email: fraldamadrinha@gmail.com

Fralda Bonita – Gramado/RS

Fabricante de Fraldas de Pano

Email: bettina@babyslings.com.br / info@babyslings.com.brbettina@fraldabonita.com.br / info@fraldabonita.com.br

Telefones – (54)3286-5130 = escritório / Bettina8 – (11)8-7584 (tim) = plantão dúvidas

Guri de Pano – Porto Alegre/RS

Revende: Xixicama, Fio da Terra e Chiquita Bakana

Email : lucinha@gmail.com


REGIÃO CENTRO-OESTE

Nenê Nupano – Brasília/DF

Revende: Chiquita Bakana, Bebê Meleca, Nós e o Davi, Fralda Bonita, Florada e produtos Pura Chuva

Email: nessadaniele@yahoo.com.br

Telefone: (61) 9193-9518


REGIÃO NORDESTE

Maternas – Salvador/BA

Revende: Bayland e Chiquita Bakana

Email: atendimento@maternas.com.br

Telefone: (71)9179-8082/(75)81399934

Clarice Lis – Fortaleza/CE

Revende: fraldas de pano Baby Land e Risunny Baby (e outras coisinhas para bebês e crianças)

Telefone: (85) 8899-6540

Pais do Ben Ecofriendly – Fortaleza/CE

Revende: Ninho da Coruja, Fio da Terra e Bebes ecologicos

Email: mayaramaedoben@gmail.com

Telefone: (85) 99256909 31814305

Tenda Materna – Fortaleza/CE

Revende: Fralda Madrinha e Bbeês Ecológicos

Email: tendamaterna@yahoo.com.br

Fralda Certa – Natal/RN

Revende: Coolababy, Bungenius, Charlie Banana, An An Baby, Babyland, Happy heins, Fuzzy e Alva.

Email: fraldacerta@gmail.com

Eduarda Morais – Recife/PE

Revende: Chiquita Bakana

Email: eduardacastilho@gmail.com

Telefone: (81) 30934261/97850913

Enquanto Eles Dormem – Pernambuco/RE

Revende: Nós e o Davi, Fio da Terra

E-mail: atendimento@enquantoelesdormem.com.br

Whats App: (81) 96020471/ (81) 95660403

Fio da Terra –Itacaré/BA

Fabricante de Fralda de Pano

Email: contato@fiodaterra.com


REGIÃO NORTE

Bacurizinhos – Belém/PA

Revende: Chiquita Bakana, Fio da Terra, Coolababy e chinesinhas