Maternidade e trabalho: mais delicadeza, por favor.

Me identifiquei muito com este texto! Sinto que o tempo todo somos obrigadas a negar nossa humanidade, nossa maternidade… Sobrevivemos às custas de muita dor e falta de compreensão da sociedade. Um texto para todas as mamães que trabalham e para todos que conhecem mães que trabalham. Boa leitura! 😉

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tumblr_mdi3yhbmWg1qly34wo1_1280Pise com delicadeza, pois você caminha sobre meus sonhos.” (W.B. Yeats)

Mães que trabalham. Reunidas em uma só categoria, mulheres de realidades tão diversas: estudantes, autônomas, funcionárias, mães solteiras, mães de um, mães de cinco, bem-sucedidas, mal pagas. Mães que amam seu trabalho, mães que não tem outra opção na vida. Professoras, médicas, atendentes em lojas, diaristas, psicólogas, executivas, vendedoras, cozinheiras.

Mães que trabalham. Mesmo levando em consideração a diferença na qualidade das soluções possíveis para cada uma, todas passam pelo mesmo drama: o que fazer com meu filho agora que eu tenho que retornar ao trabalho? Como voltar a ser a mesma pessoa depois dessa revolução que aconteceu na minha vida? E, principalmente, o que vai acontecer com esse bebê longe dos meus braços, longe dos meus seios, longe de mim, que sinto o que ele sente, que sei o que ele precisa?

Se depender da ciência…

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Pensando sobre o “tempo de qualidade”

Excelente texto! Precisamos mesmo refletir sobre as nossas prioridades e como estamos nos relacionando com o nosso “tempo em família”. Mais do que “qualidade” é preciso entrega e presença verdadeira. Boa leitura! 😉

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“Perdido é todo tempo que com amor não se gasta”  (Torquato Tasso)

2015-07-15_1004Uma manhã como outra. Atrasada, levo o filho para a cozinha e enquanto passo o meu café, tento apressada fazer com que ele me diga como quer seu pão e ao mesmo tempo peço que vá para o quarto e tire o pijama pois estamos em cima da hora e precisamos correr. Ele, por outro lado, brinca com o puxador do armário, puxa uma banqueta e me diz:
– Vou cantar pra você uma música que aprendi ontem na escola: “Todo dia o sol levanta e a gente canta o sol de todo dia…”

Ali na cozinha, parada enquanto a xícara transborda sobre a pia, olho o menino de cinco anos, um pequeno bárbaro que insiste em me conectar com o que realmente importa mas que infelizmente já esqueci.

A cena serve como convite para pensarmos em como…

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